*O filho obediente e trabalhador: 1 Sm 16.11
sábado, 17 de outubro de 2009
SUBSÍDIO LIÇÃO 3 - Escola Dominical
*O filho obediente e trabalhador: 1 Sm 16.11
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
SUBSÍDIO LIÇÃO 1. Escola Dominical

VERDADE PRÁTICA: A vocação de Davi atendeu ao propósito divino de preservar o povo escolhido e a linhagem real do Messias.
*Davi foi chamado: 1 Sm 16.11
O QUE É SER SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS:
*É ser responsável (que responde por seus atos): 1 Sm 17.20
*É ser ocupado(Deus nunca chama desocupado): 1 Sm 17.11
*É ser ungido: 1 Sm 16.13
*É ter o Espírito Santo em sua vida: 1 Sm 16.13
*É ser servo( que presta serviço para alguém): Sl 89.20
*É ser humilde(modesto,simples,submisso): Sl 138.6
*É ser íntegro(inteiro,completo,reto): Sl 7.8
*É saber esperar em Deus: Sl 40.1
*É confiar(acreditar, se entregar à alguém) em Deus: 1 Sm 17.45
*É buscar a Deus: Sl 34.4
*É não ter o espírito vingativo: 1 Sm 24.4-6
*É reconheçer os seus erros: Sl 32.1-5
*AS CIRCUNSTÂNCIAS EM QUE DAVI FOI CHAMADO
*Em meio a uma crise espiritual.
Com o propósito de resistirem mais eficazmente à opressão filistéia, os israelitas clamaram por um rei. Vejamos algumas das principais razões porque o povo queria um rei:
Por causa da idade avançada, Samuel não ficaria na liderança de Israel por mais muito temp0 (1Sm 8.1);
Os filhos do profeta não tinham o caráter justo e piedoso do pai (1Sm 8.2,3);
Todas as principais nações cananéias tinham reis (1Sm 8.4,5).
Diante da insistência dos israelitas, Samuel sentiu-se ofendido e resistiu. No entanto, após intervenção divina, o profeta foi orientado a ceder à reivindicação do povo (1Sm 8.7-9). Quando Samuel consentiu na instituição de um reinado, não fazia a menor idéia sobre quem Deus escolheria. Mas, sob a orientação divina e após séria advertência quanto aos perigos da monarquia (1Sm 8.10-18), Samuel ungiu o primeiro rei de Israel – Saul (1Sm 10.1).
Porque Saul foi rejeitado(desaprovado, recusado) por Deus? Saul tinha tudo a seu favor para um reinado vitorioso: Um novo coração: 1 Sm 10.9, porte de Rei; 1 Sm 10.23, poder espiritual: 1Sm 10.10, amigos leais: 1 Sm 10.26 e também a ajuda de Samuel.
Dentre tantas razões, destacaremos algumas:
*Queria honra para si próprio: 1 Sm 15.30
*Deu ouvidos mais ao povo do que ao próprio Deus: 1 Sm 15.24
*Rejeitou a palavra do Senhor: 1 Sm 15.26
*Consultou uma feitiçeira: 1 Sm 28.7
Em suma os capítulos 13,14 e 15 de 1 Samuel, sintetizam de uma forma clara os pecados de Saul que lhe custaram o reino!
>capt. 13: IMPACIÊNCIA >capt. 14: ORGULHO >capt. 15: DESOBEDIÊNCIA
Boa-aula à todos:
Ev. Rodrigo Alves
sábado, 5 de setembro de 2009
SUBSÍDIO LIÇÃO 10 - Escola Dominical

*PROFETA: segundo o dicionário da língua portuguesa, é aquele que prediz o futuro por inspiração divina, no conceito bíblico, é aquele que é chamado por Deus para transmitir a mensagem divina ao povo.
O PROFETA NO ANTIGO TESTAMENTO: Vejamos algumas palavras hebraicas para profeta:
Ro’eh. (vidente), indica a capacidade especial de se ver na dimensão espiritual e prever eventos futuros. Como vidente, o profeta recebia sonhos, visões e revelações, da parte de Deus, que o capacitava a transmitir suas realidades ao povo.
Nabi’. Esta é a principal palavra hebraica para "profeta", e ocorre 316 vezes no AT. Nabi’im é sua forma no plural. Embora a origem da palavra não seja clara, o significado do verbo hebraico "profetizar" é: "emitir palavras abundantemente da parte de Deus, por meio do Espírito de Deus" (Gesenius, Hebrew Lexicon). Sendo assim, o nabi’ era o porta-voz que emitia palavras sob o poder impulsionador do Espírito de Deus.
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO PROFETA:
*Escolhido por Deus: Ez 1.4-5
*Relacionamento íntimo com Deus: Am 3.7
*Atendia ao chamado de Deus: Is 6.8
*Tinha amor pelo seu povo: Ex 32.32
*Enxergava o que os outros não enxergavam: Dn 10.7
*Aconselhavam os reis: 2 Rs 20.1
*Advertiam o povo: Mq 1.1-2
O PROFETA NO NOVO TESTAMENTO:No Novo Testamento não há o ofício profético como havia no Antigo,( Lc 16.16) mas há o dom de profecia, I Co 13.2, Rm 12.6, I Co 12: 28, 29 e Ef 4: 11. Os profetas do Novo Testamento tinham como função a proclamação e a predição; eram canais através dos quais Deus transmitia uma orientação especial à Igreja. .
Os profetas do NT não eram fonte de novas verdades doutrinárias a serem absorvidas pela Igreja e sim expositores da verdade já revelada por Jesus e pelos apóstolos. Eram dotados do dom sobrenatural de conhecer, e com a liberdade de revelar, os “segredos do coração humano”, ICo 14: 24,25.
*PROFECIA: dizer antecipamente o que há de suceder.
-A importância da profecia: Pv 29.18 - 1 Co 14.1-5
Segundo o texto de 1 Co 14 concluímos:LÍNGUAS+INTERPRETAÇÃO=PROFECIA
“Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação” – I Cor 14:3. Segundo a Palavra de Deus, a profecia tem três objetivos: EDIFICAR, EXORTAR e CONSOLAR.
-Edificar: Construir,erguer, levantar
-Exortar: Aconselhar, persuadir, convencer, encorajar, animar, incitar.
-Consolar: Aliviar a aflição ou sofrimento, confortar
"Tratando-se dos profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem" 1 Co 14.29
COMO JULGAR AS PROFECIAS?
-Não contrariar o que está escrito na palavra de Deus. Ap 22.18-19 - Deus nunca revelará algo que já não esteja vaticinado em sua Palavra.
-A profecia tem que ter lógica obviamente. Deus nunca usará gírias ou algo do tipo para edificar, consolar e exortar o seu povo.
-Buscar o dom de discernir os espíritos: 1 Co 12.10
-Embora devamos julgar a profecia e não o profeta, a genuína profecia nunca virá de alguém que não produza bons frutos, ou seja, alguém que não dê o exemplo de cristão: Mt 7.16-18
-A verdadeira profecia vinda de Deus se cumpre na íntegra: Jr 28.9
Boa-aula!
Ev. Rodrigo Alves
sábado, 22 de agosto de 2009
SUBSÍDIO LIÇÃO 8 - ESCOLA DOMINICAL

segunda-feira, 10 de agosto de 2009
TABUS SEM BASE BÍBLICA
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
ESBOÇO DE ROMANOS
1. Sobrescrito, endereço e saudação (1.1-7).
2. Paulo e a igreja romana (1.8-16a).
3. Declaração do tema da epístola (1.16b, 17).
4. A revelação da justiça que é de Deus somente pela fé — explanação de
“aquele que é justo pela fé” (1.18—4.25).
4.1. À luz do evangelho não há dúvida que o homem é justo diante de Deus
somente pela fé (1.18—3.20).
(1) O homem sob o julgamento do evangelho (1.18-32)
(2) O homem judeu não constitui exceção (2.1—3.20)
4.2. A manifestação da justiça, que é de Deus, nos eventos do
evangelho (3.21-26).
4.3. Todo gloriar-se é excluído (3.27-31).
4.4. O caso de Abraão é confirmação da declaração de que o
gloriar-se foi excluído (4.1-25).
5. Explanação de a vida prometida aos que são justos
pela fé — “viverão” (5.1—8.39).
5.1. Vida caracterizada pela paz com Deus (5.1-21).
(1) Paz com Deus (5.1-11).
(2) Cristo e Adão (5.12-21).
5.2. Vida caracterizada pela santificação (6.1-23).
(1) Mortos para o pecado, vivos para Deus (6.1-14).
(2) Uma escolha entre amos (6.15-23).
5.3. Vida caracterizada pela liberdade da condenação da lei (7.1-25).
(1) Liberdade da condenação da lei (7.1-6).
(2) Esclarecimento necessário do que foi dito concernente à lei (7.7-25).
COMENTÁRIO DE ROMANOS VERSÍCULO POR VERSÍCULO 18
5.4. Vida caracterizada pela habitação do Espírito de Deus (8.1-39).
(1) A habitação do Espírito (8.1-11).
(2) A habitação do Espírito — estabelecimento da lei de Deus (8.12-16).
(3) A habitação do Espírito — o dom da esperança (8.17-30).
(4) Conclusão à seção 5.4 e também, ao mesmo tempo, à totalidade do
argumento precedente da epístola (8.31-39).
6. A incredulidade dos homens e a fidelidade de Deus (9.1—11.36)
6.1. Apresentação do tema dessa divisão principal da epístola (9.1-5).
6.2. Mostra-se que a incredulidade e a desobediência dos homens estão .
incluídas na obra da misericórdia divina (9.6-29).
6.3. Israel não tem desculpa; porém, à luz das Escrituras, podemos esperar
que o fato de que os gentios crêem há de mover Israel ao ciúme: a citação
do AT no último versículo dá sinal esperançoso porque, enquanto indica a
terribilidade do pecado de Israel mostrando a bondade daquele contra
quem eles pecaram, focaliza a atenção não sobre o pecado de Israel, mas
sobre a bondade de Deus para com Israel (9.30—10.21).
6.4. Deus não rejeitou seu povo (11.1-32).
(1) O remanescente conforme a eleição da graça (11.1-10).
(2) A rejeição da maior parte de Israel não é para sempre (11.11-24).
(3) O mistério do plano misericordioso de Deus (11.25-32).
(4) Conclusão a esta divisão principal (11.33-36).
7. A obediência a que são chamados os que são justos pela fé (12.1—15.13)
7.1. Apresentação do tema desta divisão principal da epístola (12.1, 2).
7.2. O crente é membro da comunidade nas suas relações com seus
membros-companheiros (12.3-8).
7.3. Uma série de itens de exortação vagamente relacionados (12.9-21).
7.4. A obrigação do crente para com o Estado (13.1-7).
7.5. A dívida do amor (13.8-10).
7.6. A motivação escatológica da obediência cristã (13.11-14).
7.7. Os “fortes” e os “fracos” (14.1—15.13).
8. Conclusão à epístola (15.14—16.27)